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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ebola no Brasil: Paraná investiga suspeita de contaminação com o vírus


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PARANÁ INVESTIGA CASO DE CONTAMINAÇÃO  PELO VÍRUS EBOLA NA CIDADE DE CASCAVEL
A Secretaria Estadual de Saúde do estado do Paraná, na região sul do país, confirmou à BBC Brasil que há a suspeita de contaminação de um homem com o vírus ebola na cidade de Cascavel, no oeste do Estado. Não há ainda a confirmação sobre o contágio. O homem, cuja identidade não foi revelada, está hospitalizado e isolado em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Bairro Brasília.
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
ESTADO DO PARANÁ INVESTIGA CASO DE CONTAMINAÇÃO  PELO VÍRUS EBOLA NA CIDADE DE CASCAVEL
Equipes do Ministério da Saúde em Brasília e da Secretaria Estadual de Saúde do Paraná estão a caminho de Cascavel para averiguar o caso. Se confirmado, seria o primeiro caso da doença na América Latina.
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O paciente chegou da Guiné, um dos epicentros da epidemia do vírus, no último dia 19 de setembro, e apresentou sintomas semelhantes aos da doença, como febre alta, 20 dias após sua chegada, na quarta-feira (8 de outubro).
Por essa razão, o caso é tratado como um possível contágio de ebola, segundo os protocolos internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS), acrescentou a Secretaria Estadual de Saúde do Paraná.
O paciente encontra-se isolado e seu estado de saúde é estável. A secretaria reiterou que não há ainda confirmação de que o homem estaria contaminado com ebola.
A previsão é a de que as equipes do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual cheguem em Cascavel até as 3h da manhã, segundo a prefeitura de Cascavel.
Autoridades locais também confirmaram que os pacientes que estavam no hospital e entraram em contato com o paciente foram proibidos de deixar o local e estão sendo monitorados, até avaliação dos funcionário do Ministério da Saúde.

Epidemia

Segundo estimativas da OMS, quase 4 mil pessoas já morreram por causa da doença, no pior surto da história. A epidemia está concentrada em três países: Libéria, Serra Leoa e Guiné.
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O mortal vírus Ebola: A primeira vez que o vírus Ebola surgiu foi em 1976, em surtos simultâneos em Nzara, no Sudão, e em Yambuku, na República Democrática do Congo, em uma região situada próximo do Rio Ebola, que dá nome à doença. Há cinco espécies do vírus Ebola: Bundibugyo, Costa do Marfim, Reston, Sudão e Zaire, nomes dados a partir dos seus locais de origem. Quatro dessas cinco cepas causaram a doença em humanos. Mesmo que o vírus Reston possa infectar humanos, nenhuma enfermidade ou morte foi relatada.
Nesta quarta-feira, Thomas Frieden, diretor do Centros para o Controle e a Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), ligado ao Departamento de Saúde dos EUA, afirmou que a epidemia de ebola na África Ocidental pode ser comparada com o surgimento da Aids em termos do desafio que impõe aos gestores de saúde pública.
“Eu diria que, em 30 anos que trabalho com saúde pública, a única coisa parecida foi a Aids”, disse Frieden, considerado uma das maiores autoridades da área nos Estados Unidos. Ele fez a declaração em um fórum do Banco Mundial a respeito da doença, realizado em Washington.
Durante a reunião, o vice-diretor da Organização Mundial de Saúde (OMC), Bruce Alyward, afirmou que o ebola está “enraizado nas capitais” dos países mais afetados e está “acelerando em todos os aspectos”.
Segundo Alyward, os chefes de Estado enfrentam um desafio extraordinário pois precisam comunicar à população a urgência da situação, mas não podem causar pânico.ore-pelo-brasil
Atualização às 00:30 horas:
Segundo o Ministério da Saúde, outras suspeitas que haviam sido levantadas antes no país eram apenas boatos. Este é o primeiro em que a pasta trata de fato como caso suspeito. De qualquer forma, o caso em Cascavel ainda precisa ser confirmado para ser considerado como o primeiro de um paciente com ebola no Brasil.
Segundo o ministério, ele relatou que na quarta-feira e na quinta-feira teve febre. Também de acordo com o ministério, até o começo da noite, ele estava subfebril, mas não tinha hemorragias, vômitos ou outros sintomas. Como veio de um país onde há epidemia da doença, e apresentou sintomas em até 21 dias após deixar a África (limite máximo para o período de incubação da doença), foi considerado caso suspeito.
O ministério explicou que, seguindo o protocolo de segurança, o paciente será transferido para a unidade de referência nacional para casos de ebola: o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro. O transporte será feito em uma aeronave da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Fonte: http://oglobo.globo.com/

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