Serie De Ficção Cientifica Brasileira: A nossa vida é repleta de magia quando entendemos, e unimos a nossa sincronicidade com o todo. “A Harpa Sagrada” inicia-se numa serie de revelações onde o homem tem sua essência cravada no sagrado, e o olhar no cosmos aspirando sua perfeição.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

ILUMINAÇÃO INTERNA.

Iluminação é a meta da humanidade, como a maioria das criaturas desconhece esse caminho, a imperfeição, a escuridão a desordem se espalha pelo mundo.
Esse conhecimento do ascender das criaturas existe sobre a Terra desde seu inicio. Nós escritores da serie a Harpa Sagrada, por termos acessado esse caminho sem estarmos vinculados neste momento a nenhum movimento religioso ou místico, por que o ascender independe desses, procuramos passar as pessoas a possibilidade dessa realidade.




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Vamos a movimentos antigos onde é citada a iluminação.

Por Irene Gómez de Ruggiero.

Quanto mais estudamos a Bíblia, em suas origens e finalidades, mais compreendemos que é chegado o tempo de falar claramente à humanidade, desvendando os símbolos que, durante séculos, ocultaram as eternas verdades. Necessário se faz, então, possuir uma chave com que as mentes humanas, já serenas, possam decifrar os mistérios e assim satisfaze r esta ânsia de saber, hoje tão natural e comum em todos. Esta chave está contida na verdade esotérica que estabelece as relações de analogia entre o Macrocosmos e o Microcosmos. Um dos mais inefáveis instrutores espirituais emitiu este mesmo pensamento quanto disse:
“Assim como é acima, também é abaixo”.
Em um princípio, a Sabedoria Divina deu a Seus filhos a verdade sob fórmulas veladas, em forma figurativa e simbólica, acessível à humanidade infantil. Vemos, por exemplo, no sublime
Apocalipse, cap. VII, vers. 4, a afirmativa que, em todas as tribos, somente salvar-se-ão 144.000.
Neste versículo, muitos pesquisadores e investigadores da Bíblia viram expressada uma idéia incoerente com a grandeza do Plano de DEUS, pois este não poderia ser tão ilógico que, havendo bilhões de criaturas em evolução, destas só se salvassem umas poucas!
No entanto, dentro do conhecimento oculto há uma chave que encerra a solução deste simbólico versículo, de uma maneira muito lógica. Em hebraico, os valores numéricos são representados por letras. Assim, como neste idioma Adão é ADM, temos que o valor de A é 1, o de D, 4 e o de M,
40. Eis aqui os 144.000. Se, por outro lado, somamos estes valores, temos como resultado 9, isto é, o número que representa a humanidade. Em outras palavras, o homem Adão, ou seja, toda a humanidade, será salvo.
Ainda neste capítulo do Apocalipse está simbolizado o Zodíaco, com seus doze signos através dos quais a humanidade nasce e evolui, quando se lê que todos os filhos de Israel salvar-se-ão,
sendo 12.000 de cada uma das doze tribos.
Eis aqui parte dos mistérios do passado que têm de ser revelados hoje, quando já não é mais admissível que as verdades permaneçam ocultas por meio de símbolos, e mais quando levamos em conta que alcançamos uma época de progresso tal que a ciência humana, no campo das forças
nucleares, cria projetos quase ilimitados. Por isso se faz necessário desvendar estes símbolos da Bíblia, pois, sem dúvida alguma, pelo que encerra a maior parte deles, podemos justificar a antiga
e mística ciência, e também visualizar o futuro da moderna ciência.
O Apocalipse fala-nos também dos quatro poderes criadores, os quatro Anjos que estão nos quatro ângulos e detêm os quatro ventos. Na Maçonaria, um dos símbolos é o esquadro e, se
seguimos investigando, vemos que este mesmo símbolo já existia na Atlântida, proveniente da Lemúria, como uma promessa para o futuro. Na época Ária, encontramos como principal símbolo a Cruz.

 
Utilizando a analogia como chave para uma análise profunda, vemos que todos estes símbolos se referem ao estado presente da humanidade que é o mais elevado dos quatro reinos que evoluem atualmente no Mundo Físico, e que já adquiriu a cadeia completa de quatro veículos a serviço do espírito.
Todos estes símbolos, referentes ao estado passado, atual e futuro da humanidade, contêm esclarecimentos cheios de beleza, harmonia e amor. Em nada a Terra está desprovida e o Criador coloca sempre Seus sinais no caminho a ser percorrido pelo ser humano para que este, através do estudo e da devoção, possa descobrir o que é eterno.
Estes simbolismos ocultam em si a ação universal das leis divinas, de tão profundas e transcendentais conseqüências, e muito nos maravilharíamos se pudéssemos ver como se processa este trabalho cósmico de remover os obstáculos que o homem cria através de seu mau agir, dificultando o próprio progresso na Terra. Assim, contemplamos como as forças criadoras que agem através dos quatro elementos facilitam aos espíritos humanos as condições necessárias para dar passos mais amplos no campo evolutivo. As imensas crateras que se abriram na Terra no tempo dos lemurianos e os três grandes cataclismos da Atlântida estão ocultos nos mistérios do Apocalipse; eles modelaram e produziram as circunstâncias terrenas para que a humanidade pudesse respirar um ar seco, capacitando-se, desta forma, para adquirir a Mente e completar assim quatro veículos.
Se nesta investigação entrosamos os mistérios do Apocalipse com o Conhecimento Rosacruz, vemos por que a Filosofia de Max Heindel está cimentada sobre irremovíveis alicerces. Fala-senos, nestes versículos, do Anjo que ordena não mais danificar-se a Terra, antes que seja assinalado na fronte o último servo de nosso DEUS. Na aurora dos tempos, a forma de falar aos humanos, para poder introduzir neste mundo tridimensional a idéia de verdades ocultas, era através dos símbolos. Conseqüentemente, hoje se faz muito necessário examinar estes mesmos símbolos desde vários ângulos, se queremos obter uma compreensão completa e inteligente da essência que eles contêm. É opinião, sobretudo do materialista, considerar os símbolos como linguagem do homem primitivo. Entretanto, para fazer um estudo profundo das verdades suprafísicas, o conhecimento dos símbolos ou imagens nos fala mais intensamente que muitas palavras.
Através de um profundo estudo do Conhecimento Rosacruz, o ser humano pode, efetivamente, chegar a compreender, com exatidão, como as forças criadoras da Natureza, que agiram no passado e no presente, no glorioso plano evolutivo da humanidade, estão simbolizados no Emblema Rosacruz. Nele, estão representados os quatro reinos em evolução, custodiados pelos
Quatro Anjos do Apocalipse e, se aprofundarmos mais a análise do que está escrito na Bíblia com relação ao selo na fronte do último servo, vemos que isto se refere a quando o Espírito Uno obtém seu último veículo, a Mente, e assim se liberta das tutelas externas que o guiavam, isto é, não mais faz dano Terra.

O selo na fronte, a que se refere o Apocalipse, é o impenetrável ponto espiritual, ou seja, O Pensador Silencioso, situado no meio das duas sobrancelhas, atrás da raiz do nariz. É precisamente neste ponto que existe um potente centro espiritual e, de posse desta verdade, as principais correntes religiosas seguem o rito de dar um pequeno golpe sobre este local, antes de declarar que um de seus Patriarcas deixou, pela morte, o Corpo Físico.

Quando o ser humano obtém sua Iluminação Interna, este ponto brilha como uma estrela, da mesma forma que o Sol da laringe e o maravilhoso olho que tudo vê dos maçons.
Desta forma, a Filosofia Rosacruz desvenda os símbolos da Bíblia, pois que está em posse do conhecimento dos mistérios do passado e tem a luz que esclarece o futuro da Terra e dos seres que nela evoluem.

Os livros da serie a Harpa Sagrada, além de muita aventura, ação, emoção traz também a revelação do que seja ILUMINAÇÃO, que continua acontecendo na Terra.

serieharpasagrada@hotmail.com

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Mistério da Pedra da Gávea no Rio de Janeiro

A Pedra da Gávea é uma das mais incríveis montanhas no Rio de Janeiro. A trilha para atingi-la é íngreme, bonita, e vale a pena conhece-la. 

O cume de granito é enorme e cercado por uma vegetação nativa de exuberante beleza.



Com suas lendas e mitos atraiu a atenção de inúmeras pessoas.

Localizada entre São Conrado e a Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, uma montanha legendária com a face de um gigante se eleva a uma altura de 842 metros acima do nível do mar.
Os exploradores portugueses deram à pedra o nome de Gávea, porque era um observatório natural perfeito para Caravelas que chegavam. 


Sua face parece uma figura esculpida e há inscrições antigas em um de seus lados cujas origens foram discutidas durante anos, mas ninguém pode provar quem as fez e por que. 

Em meados do século XIX o imperador, D. Pedro I. teve sua atenção atraída para o lado da pedra.

Já D. João VI, seu pai, ainda quando Rei de Portugal,  tinha recebido um relatório de um padre, que lhe falara sobre as marcas estranhas que já estavam lá em 1500, quando o Brasil foi descoberto. 

Em 1839  o Instituto Geográfico e Histórico do Brasil decidiu que a Pedra da Gávea deveria ser analisada mais detalhadamente, e ordenou então o estudo local das inscrições. Uma pequena comissão foi então formada para estudar a pedra. 

O relatório dado pelo grupo de pesquisa diz que eles " viram as inscrições e também algumas depressões feitas pela natureza ". Porém, qualquer um que vê essas marcas de perto concorda que nenhum fenômeno natural poderia ter causado a aparição dessas inscrições. 

Depois do primeiro relatório, ninguém falou novamente oficialmente sobre a pedra até 1931, quando um grupo de excursionistas formou uma expedição para achar a tumba de um rei fenício que foi coroado em 856 A.C. 

Algumas escavações amadoras foram feitas sem resultados. 

Dois anos depois, em 1933, organizou-se em um clube de alpinistas do Rio uma expedição gigantesca com 85 alpinistas, que contou com a participação de Prof. Alfredo dos Anjos, um historiador que deu uma palestra no local sobre a " Cabeça do Imperador " e suas origens. 

Em 20/1/1937 aquele mesmo clube organizou outra expedição, dessa vez com um número maior de participantes, e visaram explorar a face e os olhos da cabeça descendo do topo com cordas. Essa foi a primeira vez alguém explorou aquela parte da pedra depois dos fenícios. 

Em 1946, de acordo com um artigo escrito em 1956, o Centro de Excursionistas Brasileiros conquistaram a orelha à direita da cabeça, que fica situada em uma inclinação de 80 graus do chão e em um lugar muito difícil de alcançar. Na orelha há a entrada de uma gruta que conduz para uma caverna subterrânea longa e muito estreita, que vai por baixo até o outro lado da pedra. 
Em 1972 alpinistas da Equipe Neblina escalaram o Paredão do Escaravelho na parede no lado oriental da cabeça, e cruzou com as inscrições que estão aproximadamente 30 metros abaixo do topo em um lugar de acesso muito difícil.

Embora o Rio tenha uma taxa anual alta de chuva, as inscrições ainda estavam em boas condições. Em 1963 um arqueólogo e professor de idoneidade científica, Prof. Bernardo A. Silva Ramos, traduziu os escritos como: 

LAABHTEJ    BAR    RIZDAB    NAISINEOF    RUZT 
(ao contrário) 
TZUR    FOENISIAN    BADZIR   RAB    JETHBAAL 
Tyro Phoenicia, Primogênito Jethbaal . 
Alguns dos Fatos que Conduziram às 
Muitas Histórias Sobre a Pedra: 

  • A cabeça grande com dois olhos e orelhas; 
  • As pedras enormes no topo da cabeça que se assemelham a um tipo de coroa ou adorno; 
  • Uma cavidade enorme na forma de um portal na parte nordeste da cabeça, que tem 15 metros de altura, 7 metros de largura e 2 metros de profundidade; 
  • Um observatório na parte Sudeste na forma de um dolmen, contendo algumas figuras esculpidas; 
  • Um ponto culminante, como uma pirâmide pequena, feita de um único bloco de pedra no topo da cabeça; 
  • As famosas inscrições no lado da pedra; 
  • Algumas outras inscrições pequenas que se assemelham a cobras, raios de sol e etc, situadas ao longo do topo da montanha; 
  • O local de um suposto nariz, o qual teria caído há muito tempo.
Roldão Pires Brandão, o presidente da Associação Brasileira de Espeleologia e Pesquisa Arqueológica no Rio e um dos muitos fãs da Pedra disse: " é uma esfinge gravada em granito pelos Fenícios, que têm a face de um homem e o corpo de um animal deitado. O rabo deve ter caído por causa da ação do tempo. A pedra, vista de longe, tem a grandeza dos monumentos faraônicos, e reproduz em um de seus lados, a face severa de um patriarca ". (O Globo) 
Sabe-se hoje que em 856 AC Badezir sucedeu ao seu pai no trono de Tyro. Seria a Pedra da Gávea a sepultura deste Rei? A foto seguinte mostra como a esfinge teria se parecido quando foi feita: 

Foram encontrados outros vestígios em Niterói, Campos e Tijuca que sugerem que os fenícios realmente estiveram lá. Em uma Ilha na costa da Paraíba foram achadas pedras cíclopes e ruínas de um castelo antigo, com quartos enormes, corredores e passagens extensas. De acordo com alguns peritos, o castelo seria uma relíquia deixada pelos fenícios, embora há aqueles que refutem tais conclusões.

 
Robert Frank Marx, um arqueólogo americano, interessado em achar provas de navegação pré-colombiana dentro do Brasil, começou em outubro de 1982 uma série de mergulhos na baía de Guanabara. Ele quis achar um navio fenício afundado e provar que a costa brasileira foi, em tempos remotos, visitada por civilizações orientais. Embora ele não achasse tal embarcação, o que ele encontrou lá poderia ser considerado como um valioso tesouro. 

Foram achados três vasos de cerâmica de origem fenícia, dos quais um permaneceu com José Roberto Teixeira, o mergulhador que achou os vasos, e os outros dois foram para a Marinha. Os objetos, com capacidade para 36 litros de conteúdo, estão sob a guarda do governo brasileiro em local secreto, e o seu achado só foi divulgado cerca de um ano depois. 

Baseado num texto de Luiza Becari

    Pode faltar alimento para abastecer população mundial até 2050, diz ONU


    Degradação do solo e de recursos hídricos ameaçam agricultura no planeta.
    Relatório afirma que produção de alimentos tem que crescer rapidamente.

    A rápida expansão populacional, a mudança climática e a degradação dos recursos hídricos e fundiários devem tornar o mundo mais vulnerável à insegurança alimentar, com o risco de não ser possível alimentar toda a população até 2050, disse a FAO (agência da ONU para alimentação e agricultura) nesta segunda-feira (28).
    Nas próximas quatro décadas a população mundial deve saltar de 7 para 9 bilhões de pessoas, e para alimentá-las seria preciso uma produção adicional de 1 bilhão de toneladas de cereais e 200 milhões de toneladas de carne por ano.
    A introdução da agricultura intensiva nas últimas décadas ajudou a alimentar milhões de famintos, mas muitas vezes levou à degradação da terra e dos produtos hídricos, segundo a FAO.
    "Esses sistemas em risco podem simplesmente não ser capazes de contribuir conforme o esperado para atender às demandas humanas até 2050", disse o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf. "As consequências em termos de fome e pobreza são inaceitáveis. Ações paliativas precisam ser tomadas agora."


    Seca no Rio Negro, em 2010, um dos principais afluentes do Rio Amazonas (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)
    Degradação do solo
    Segundo o relatório, intitulado "Estado dos Recursos Hídricos e Fundiários do Mundo para a Alimentação e a Agricultura", um quarto das terras aráveis do mundo está altamente degradada, 8% está moderadamente degradada, 36% ligeiramente degradada ou estável e apenas 10% está apresentou alguma melhora.

    A escassez de água também vem se agravando, devido a problemas de salinização e poluição dos lençóis freáticos e de degradação de rios, lagos e outros ecossistemas hídricos. O uso da terra para fins industriais e urbanos também agrava o problema alimentar mundial.
    De acordo com a FAO, cerca de 1 bilhão de pessoas estão atualmente desnutridas, sendo 578 milhões na Ásia e 239 milhões na África Subsaariana. Nos países em desenvolvimento, mesmo que a produção agrícola dobre até 2050, 5% da população continuaria desnutrida (370 milhões de pessoas).
    Para que a fome e a insegurança alimentar recuem, a produção de alimentos precisaria crescer num nível superior ao da população. Isso, acrescenta o relatório, teria de ocorrer principalmente nas áreas já utilizadas para a agricultura, com um uso mais intensivo e sustentável da terra e da água.