Serie De Ficção Cientifica Brasileira: A nossa vida é repleta de magia quando entendemos, e unimos a nossa sincronicidade com o todo. “A Harpa Sagrada” inicia-se numa serie de revelações onde o homem tem sua essência cravada no sagrado, e o olhar no cosmos aspirando sua perfeição.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Mudança nos polos magnéticos do planeta


MUDANÇA NOS PÓLOS GEOMAGNÉTICOS
 Uma colaboração internacional, liderada por uma associação de angariação de fundos francês, Poly-Arctique, e envolvendo a NRCan, o francês Institut de Physique du Globe de Paris e o Bureau de Recherche et Géologique Miniere, acrescentou dois locais do Pólo Norte Magnético em 2001 e 2007. 
A pesquisa mais recente determinou que o Pólo NORTE está se movendo cerca de norte-noroeste, em direção à RÚSSIA a 55 km por ano (nos últimos 4 ANOS).
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Os Pólos geomagnéticos do planeta Terra
Os Pólos magnéticos são definidos de maneiras diferentes. Eles são comumente entendidos como posições sobre a superfície da Terra onde o campo geomagnético é vertical (ou seja, perpendicular) ao elipsóide, à esfera terrestre. Estas posições norte e sul, chamado de imersão dos pólos, não precisa ser (e não são atualmente) antípodas (um em oposição ao outro linearmente). 
Existem dois pólos norte, um geográfico e o outro magnético, o mesmo ocorrendo com o Pólo Sul.
Em princípio, a posição dos pólos em seu mergulho na Terra pode ser encontrados através da realização de uma pesquisa magnética para determinar onde o campo é vertical em relação ao terreno. 
Outras definições de pólos geomagnéticos dependem da forma como os pólos são calculados a partir de um modelo geomagnético. Na prática, o campo geomagnético é vertical em forma oval e rastreado em uma base diária, com variações consideráveis de um dia para o outro.
Mudanças Observadas da localização do PÓLO NORTE entre 1831-2007. Observar um aumento e a aceleração e rapidez das mudanças nos últimos 6 ANOS APENAS (2007/2001). Crédito de imagem: Arnaud Chulliat (Institut de Physique du Globe de Paris). 
Observações experimentais de LOCALIZAÇÃO dos pólos magnéticos:
Há muito tempo se entendeu que o local de imersão/mergulho dos pólos magnéticos migram ao longo do tempo. Em 1831, James Clark Ross localizou a posição do PÓLO NORTE no norte do Canadá. O instituto de pesquisas Natural Resources Canada (NRCan) acompanhou  em estudos o Pólo Norte Magnético, que está lentamente à deriva em todo o Ártico canadense, periodicamente a realização de pesquisas magnéticas para restabelecer a localização do Pólo NORTE desde 1948 até 1994.
O Pólo Norte se deslocou cerca de 380 milhas (610 quilômetros) de seu ponto original nos últimos 400 anos. 
Uma colaboração internacional, liderada por uma associação de angariação de fundos francês, Poly-Arctique, e envolvendo a NRCan, o francês Institut de Physique du Globe de Paris e o Bureau de Recherche et Géologique Miniere, acrescentou dois locais do Pólo Norte Magnético em 2001 e 2007. 
A pesquisa mais recente determinou que o Pólo NORTE está se movendo cerca de norte-noroeste, em direção à RÚSSIA a 55 km por ano (nos últimos 4 ANOS).
Os Pólos geomagnéticos derivam do modelo: 
Os Modelos de campo geomagnético também podem definir os pólos geomagnéticos. Os pólos geomagnéticos, ou dipolo geocêntrico, podes ser calculados a partir dos três primeiros coeficientes de Gauss de um modelo de campo principal, como o Modelo de World Magnetic Model (WMM) ou Campo Internacional de Referência Geomagnéticas (IGRF).
A representação WMM do campo inclui um dipolo magnético no centro da Terra. Este dipolo define um eixo imaginário que cruza o interior da Terra em dois pontos antípodas (contrários) chamados pólos geomagnéticos NORTE E SUL. Com base na WMM2010 coeficientes para 2010, a localização do pólo norte geomagnético é de 72,21° W de longitude e 80,08 ° de latitude N, e o pólo sul geomagnético está localizado em 107,79° de longitude E, e 80,08 ° de latitude S.
Mudanças efetivamente observadas e estimadas do PÓLO SUL entre 1600-1986.
O eixo do dipolo está inclinado em 9,98 ° em relação ao eixo de rotação da Terra (geográfico). Esse mesmo dipolo é a base para o sistema de coordenadas geomagnéticas simples para a latitude e longitude geomagnéticas. Cientistas, cartógrafos e exploradores polares têm interesse nos locais do mergulho dos pólos geomagnéticos.
Embora as posições geomagnéticas dos PÓLOS não poderem  ser observadas visivelmente, são indiscutivelmente de maior importância do que o mergulho dos pólos porque a região das auroras boreais (5° aproximados de bandas de latitude onde as espetaculares auroras são provavelmente visíveis) estão intimamente centrada nos pólos geomagnéticos.
À esquerda: O  Pólo Sul Magnético já percorreu 1.800 milhas (2.880 quilômetros) durante os últimos 420 anos, de sua localização original.
Eles normalmente são deslocados ligeiramente para o lado noturno dos pólos geomagnéticos e variam bastante de tamanho: as bandas de maior atividade de aurora boreal ocorre entre latitudes 15° e 25° dos pólos geomagnéticos.
Movimento dos pólos magnéticos entre 1590-2010
Os pólos magnéticos ou o seu local de mergulho são calculados a partir de todos os coeficientes de Gauss usando um método interativo. Os Pólos magnéticos derivados desta forma estão mais perto dos pólos observados experimentalmente. 
Com base no modelo atual WMM, o local em 2010 do PÓLO NORTE magnético era em 84,97° NORTE e em 132,35° OESTE e a localização do PÓLO SUL magnético era em 64,42° SUL e 137,34° LESTE. O mapa do Google ilustra o movimento dos pólos magnéticos norte e sul desde 1590 até 2010 derivado dos modelos GUFM (1590-1980) e IGRF (1981-2010). Ver mapa aqui:http://www.ngdc.noaa.gov/geomag/GeomagneticPoles.shtml)
O modelo GUFM (Jackson et al, 2000, com quatro séculos de variação secular geomagnética a partir de registros históricos, (Phil Transports Roy Soc London A, 358, 957 -……. 90) e abrange o período entre 1590-1990 e baseia-se em dados de posicionamento de coordenadas de navegação de navios de transporte da empresa citada. O caminho reflete o movimento caótico e independente dos pólos magnéticos. Por exemplo, a atual taxa de progressão (mudança de LOCAL) do POLO NORTE magnético de 55 km / ano) é significativamente maior do que a do pólo sul.
Questions (PERGUNTAS): geomag.models@noaa.gov

Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

HAARP, uma arma escalar secreta?


 HAARP: Um projeto militar dos EUA que pode ser uma arma geofísica e escalar?
 O Projeto HAARP  (High Frequency Active Auroral Research Program) seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de utilização das armas brancas, depois armas de fogo, as armas nucleares, armas biológicas e bacteriológicas, para então chegar ao patamar de armas geofísicas e escalares.
Tradução, edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
HAARP Tecnologia 2,0 destruindo o nosso meio ambiente?
Segundo estas teorias, seria possível controlar a movimentação das placas tectônicas (e assim criar terremotos), a temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Peter A. Kirby Activist Post
Elas seriam versões miniaturizadas do maior aquecedor ionosférico do mundoo HAARP-High Frequency Active Auroral Research Program, antenas do “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência” instaladas em torno de nós e podendo modificar o CLIMA? 
Teriam esses geradores de Alta Frequência eletromagnéticas sido instalados sobre linhas de falhas geológicas ao longo das Placas Tectônicas principais esperando serem usadas para desencadearem terremotos? Será que nossos militares (EUA) desenvolveram uma super arma que pode vaporizar cidades inteiras com relâmpagos refletidos da ionosfera? Há evidências de que a tecnologia existe e está sendo implantada e usada.
Desde meados de 1995, quando o livro seminal publicado pelo Dr. Nick Begich e Jeane Manning “Angels Don’t Play this HAARP” (Os Anjos Não Tocam esta Harpa) foi lançado, o inventor do putativo HAARP, Dr. Bernard Eastlund, especulou que é “perfeitamente possível” que essa tecnologia já havia sido até mesmo miniaturizada.
A Aviation Week relatou em 2008 que uma versão aérea do dispositivo HAARP havia sido desenvolvida, que é rebocado “por detrás de um helicóptero.” A Estação de radar banda X (SBX)  baseada no mar  em plataforma flutuante utiliza a tecnologia HAARP. Aqui está a listagem delas:  Wikipedia: http://en.wikipedia.org/wiki/Sea-based_X-band_Radar   
Pequenas estações HAARP modificando o clima local?
Cientistas da Universidade da Califórnia em Los Angeles e do High Power Auroral Stimulation (HIPAS) Observatory no Alasca (Observatório no Alasca de Estimulação Auroral de Alta Potência)  tenha montado uma nova geração de aquecedores ionosféricos. Essa tecnologia, conhecida como “antenas hertzianas, pode … igualar ou exceder a potência de pico do novo sistema HAARP  por uma fração do seu custo.” 
{n.T. Ao lado: Sea-Based X-Band Radar (SBX) é uma estação móvel de  radar flutuante, auto-propelida, projetada para operar em ventos fortes e mar agitado. Ela faz parte (o que é alegado pelas forças armadas dos EUA) do sistema de defesa anti mísseis do Departamento de Defesa dos EUA – Ballistic Missile Defense System.
O Sea-Based X-Band Radar é montada em um casco de plataformas gêmeas CS-50 twin- de perfuração semi-submersível de quinta geração, projeto norueguês, de fabricação russa.}
Embora a maioria das implementações não sejam capazes de produzir todos os complexos sinais potentes e faseados produzidos por instalações como as do HAARP em Gakona, no Alasca ou o arranjo de antenas em Jicamarca, no Peru. Uma antena hertziana eficaz poderia caber em um quintal de bom tamanho.
Teriam essas novas antenas hertzianas sido colocadas estrategicamente ao redor do país e do mundo em um esforço coordenado para modificar o clima global? Os Aquecedores ionosféricos tais como estes do HAARP podem ser ligados em rede e sincronizados para aumentar a sua funcionalidade e eficácia. 
Hoje operações de aquecimento ionosférico e  modificação do clima pode envolver uma rede de pequenas antenas hertzianas escondida nos terrenos de trás de estabelecimentos científicos de nossa nação e / ou colocados (como discutido na próxima seção) em locais de estações meteorológicas comuns, disfarçados de sistemas de irrigação. Todas essas antenas poderiam ser controlados a partir de um local central, como o Lawrence Livermore National Laboratory.
Alterações nos padrões climáticos podem ser o testemunho do uso de tecnologia do HAARP.
Este cenário proposto não concorda com os cientistas da instalação HAARP que dizem que sua antena matriz aquecedora da ionosfera  é em grande parte não utilizada. Se uma rede de antenas menores em todo o país está fazendo o trabalho sujo do dia-a-dia, então a matriz de antenas HAARP só pode ser usado ocasionalmente para grandes trabalhos, como o terremoto no Japão ou o furacão Sandy em New York.
Geradores EMF-Eletro Magnetic Field-Geradores de Campo Eletromagnético estariam sendo instalados nas linhas de falhas geológicas  de placas tectônicas e terremotos?  Esta imagem abaixo foi capturada do Google Earth:
Geradores EMF-Eletro Magnetic Field-Geradores de Campo Eletromagnético estariam sendo instalados nas linhas de falhas geológicas de placas tectônicas e terremotos
Esta imagem acima, à primeira vista, parece ser de um círculo formado por um sistema de irrigação por pivô central. Esses círculos aparecem por todo o país na medida que este método de irrigação (por pivô central) é muito prevalente. Mas, como você pode ver, as bordas do círculo são irregulares e não parecem ser estruturas em forma de diamante sob o solo. 
Qual a explicação para essas irregularidades? Um especialista na área de energia eletromagnética, que deseja permanecer anônimo, me disse que esta pode ser uma antena emissora eletromagnética (VLF) instalada sobre uma linha de falha geológica. Ela pode ser utilizada em conjunto com outras estruturas similares para desencadear um grande terremoto. O ganho financeiro e político pode ser alcançado através de desastres como terremotos. 
Instalações do HAARP em Gakona, no isolado, gelado e distante Alasca.
No mercado de resseguro de catástrofes, alguém pode fazer um monte de dinheiro com conhecimento antecipado de um grande desastre. Os governos sabidamente ganham mais poder através de declarações de emergência devido à catástrofes e os esforços  subseqüentes de ‘ajuda ao afetados pelo mesmo’.
A “Luz dos deuses”: O meu informante também mencionou a pesquisa atual sobre como os aquecedores ionosféricos como o HAARP poderia ser usado em combinação para criar caminhos de ionização da atmosfera que podem ser usados como uma arma de raio capaz de destruir completamente os indivíduos (um exército) ou vastas regiões. Talvez o propósito original da Raytheon é de apenas obter este tipo de arma.Ray (raio) theon (Deuses), Raytheon, significa “luz dos deuses” e esta empresa adquiriu a E-Systems, a empresa que construiu e desenvolveu o Projeto HAARP.
A Dra. Judy Wood, em seu livro Where Did the Towers Go? (sobre a queda das Torres Gêmeas do World Trade Center em N. York em 11 de setembro de 2001), documenta que foram queimados cerca de 1.400 carros até um quilômetro de distância do ponto zero (onde se situava os prédios do WTC). Nada mais foi danificado na mesma área. As árvores ainda tinham as suas folhas lhes cobrindo os galhos. Havia resmas de folhas de papel não queimados. Que nenhum ser humano havia sido queimado; mas que todos eles estavam cobertos de cinzas (após a queda das duas torres). 
Várias antenas que pertenceriam ao projeto HAARP instaladas em diferentes locais no planeta.
A coisa excepcional sobre a destruição dos carros no local, diz ela, foi o fato de que eles não estavam aterrados (devido aos pneus de borracha), enquanto tudo o mais estava. Teria sido usado algum tipo de arma eletromagnética em New York em 11 de setembro de 2001, que derrubaram as duas torres do WTC? Se assim foi, como os homens das cavernas (os alegados “terroristas islâmicos) do Afeganistão conseguiram uma arma destas?
Para SABER MAIS: http://thoth3126.com.br/haarp-um-projeto-militar-dos-eua-que-pode-ser-uma-arma-geofisica/
Notas:
-Angels Don’t Play this HAARP book by Dr. Nick Begich and Jeane Manning, Earthpulse Press 1995
-’DARPA at 50‘ Aviation Week Aug. 18, 2008
-’Pulsed Energy Storage Antennas for Ionospheric Modification‘ report by the European Geosciences Union 2005
-Air America book by Christopher Robbins, Cassell 2012
-’Where Did the Towers Go? Evidence of Directed Free-Energy Technology on 9/11′ book by Judy Wood, The New Investigation 2010
-’Holes in Heaven: HAARP and Advances in Tesla Technology‘ video by Paula Randol-Smith Productions and Gallina Projects 1998*
* disponível gratuitamente no YouTube
Peter A. Kirby é de San Rafael, CA, autor e ativista. Confira o seu ebook Chemtrails Exposed .
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e a citação das fontes

Brasil: Parque Nacional da Serra da Capivara


SerradaCapivara-NationalPark-mapa
Parque no Piauí sofre para preservar sítios arqueológicos
O Parque Nacional da Serra da Capivara padece com acesso ruim e falta de recursos para manutenção.
Declarado um Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade da Unesco, local tem vestígios da presença humana com até 100 mil anos de história. Localizado na caatinga, no sudeste do estado do Piauí, o Parque Nacional da Serra da Capivara ocupa uma área de mais de 100 mil hectares e abriga centenas de sítios arqueológicos. 
Edição e imagens:  Thoth3126@gmail.com
Parque no Piauí sofre para preservar sítios arqueológicos, o Parque Nacional da Serra da Capivara padece com acesso ruim e falta de recursos para manutenção.
Autoria Ericka de Sá, de Brasília - Data 25.11.2013, Edição: Renato Krieger / Alexandre Schossler
O local tem vestígios antigos da presença humana, alguns deles com até 100 mil anos. Essas pistas incluem pinturas rupestres, aldeias de ceramistas-agricultores, grutas, abrigos e sítios funerários.
A riqueza histórica e as imponentes paisagens do local, com planaltos, serras e planícies formados durante milhões de anos na Bacia Sedimentar Piauí-Maranhão e na Depressão do Médio São Francisco valeram ao Parque Nacional da Serra da Capivara o título de Patrimônio Cultural e Natural da Humanidade, concedido pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).
serradacapivara-piaui.01-jpg
Pinturas rupestres no Parque Nacional da Serra da Capivara atestam a história do local
Porém, o parque enfrenta hoje o desafio de atrair turistas para uma área de difícil acesso e de conseguir manter a estrutura mesmo sem o repasse regular de verbas federais.
Financiamento instável
A arqueóloga paulista Niède Guidon integra a administração do parque como presidente da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), entidade que trabalha ao lado do poder público na gestão do local. Por meio de cartas e apelos aos órgãos competentes, ela tenta conseguir apoio financeiro regular para que o parque passe a ser um destino turístico de peso e também para manter a qualidade da conservação. “Neste fim de ano não temos dinheiro para a folha de pagamento”, alerta a pesquisadora.
Por ser uma unidade de conservação, o Parque Nacional da Serra da Capivara é gerido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Ministério do Meio Ambiente. Fernando Tizianel, chefe do Parque Nacional da Serra da Capivara e representante local do ICMBio, reconhece que o modelo de arrecadação e financiamento não é o ideal.
“Hoje, o que se arrecada com visitação vai para a União e muitas vezes esse recurso não volta”, diz Tizianel, ao explicar o modelo definido pela legislação brasileira. Ele conta que fora o orçamento fixo do ICMBio, o parque tem como renda repasses esporádicos e eventuais parcerias firmadas entre a Fumdham e outras instituições.
serradacapivara-piaui
Parque ocupa uma área de 129 mil hectares no sudeste do Piauí
Com a dificuldade enfrentada pela Fundação em conseguir novas verbas, ele reconhece que haverá uma “queda expressiva da qualidade do serviço de proteção” dos sítios arqueológicos, incluindo a flora típica da caatinga, um ecossistema exclusivamente brasileiro.
Em três desses sítios abertos à visitação, é possível encontrar vestígios antigos de presença humana. Segundo dados da Fundham, a Toca do Boqueirão do Sítio da Pedra Furada ostenta pinturas rupestres com 23 mil anos. Já na Toca do Sítio do Meio, foram encontrados fragmentos da cerâmica mais antiga das Américas, com 8.960 anos. E as escavações, ainda não finalizadas, na Toca do Caldeirão do Rodrigues 1º encontraram pinturas de 12 mil anos e vestígios da presença humana datadas de 18 mil anos.
Acesso difícil
Outro entrave para um aumento no fluxo de turistas no local é a distância dos aeroportos e a qualidade das estradas. O parque está localizado no sudeste do estado do Piauí, a 540 quilômetros da capital estadual, Teresina, e a 300 quilômetros de Petrolina, em Pernambuco.
SerradaCapivara-NationalPark-mapa
A lentidão nas obras do aeroporto – que começaram ainda em 1998 – e o estado de conservação das estradas fazem com que o fluxo de turistas, que gira em torno dos 20 mil por ano, esteja aquém da capacidade do parque.
“O pior problema é o acesso”, constata Ana Stela Negreiros, representante do Instituto Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em São Raimundo Nonato, um dos quatro municípios onde fica o parque. “A estrutura está completa, o parque já esteve em uma situação econômica bem melhor, mas hoje está vivendo com muito menos dinheiro”, diz.
Fernando Tizianel ressalta, porém, que o aeroporto sozinho não resolveria o problema. “Junto com o aeroporto tem que vir ordenamento do próprio estado e do município, não adianta ter aeroporto se não houver planejamento conjunto para receber esse turista, porque o parque já tem capacidade de receber um fluxo muito maior do que recebe hoje”, diz.
serradacapivara-piaui.03
Cerâmica encontrada no parque chega a quase 9 mil anos
Marcas na comunidade
“Não tinha correio, não tinha banco, não tinha nada, as pessoas viviam da mandioca e feijão que plantavam”, lembra Niède Guidon. Hoje, a inclusão da comunidade no parque acontece na realização de tarefas de manutenção, prestação de serviços, segurança, recepção, acompanhamento de visitantes e outras.
Na década de 70, quando o parque estava sendo delimitado, houve dificuldade na retirada dos moradores da área de conservação, mas alternativas foram encontradas para deixar a comunidade mais próxima e criar uma “relação de pertencimento”, conforme explicou Ana Stela Negreiros. Ela avalia que atividades como os programas de educação patrimonial oferecidos à população local tornam possível o engajamento das novas gerações.
serradacapivara-piaui.04
Outro exemplo é o projeto de produção de cerâmica com a marca da Serra da Capivara. Instalada no povoado vizinho de Barreirinho, a fábrica funciona a partir do trabalho de cerca de 30 famílias. Os produtos são feitos com argila da região e decorados com pinturas rupestres.  DW. DE
Permitida a reprodução desde que mantida a formatação original e mencione as fontes.

Será que a NASA Ignorar de Arthur C. Clarke Europa aviso? - " Tentativa No Landing There"


Europa_Lake_Top

Ao longo dos séculos , o Europa , a mais luminosa de todas as luas de Júpiter , tem proporcionado uma abundância de mistérios. Estes culminaram no que pode ter sido uma explosão literal em dezembro de 2012 , quando uma nuvem de vapor de água foi visto 20 milhas sobre o pólo sul. Esta erupção foi pequena na escala cósmica , mas enorme em sua importância para a astrobiologia .

Fora da Terra, Europa pode ser a casa mais hospitaleiro para a vida no interior do Sistema Solar. Quatro bilhões de anos de aquecimento de maré e um oceano líquido pode ter dado origem a algo que podemos identificar como a vida. Um satélite feito pelo homem no sistema Jovian poderia capturar vestígios de que a vida no tiroteio vapor de água da superfície de Europa . No entanto, apesar de a ciência emocionante , uma missão dedicada a Júpiter não tenha lançado em uma geração ..
Apesar Europa foi descoberto mais de 400 anos atrás, não foi até satélites do espaço profundo veio junto que tivemos nossa primeira boa olhada em um dos objetos mais luminosos do Sistema Solar. Entre 1973 e 1993 , oito satélites voou Europa passado. Cada dissipado algumas das incertezas que cercam este misterioso corpo orbitando 390.400 mil milhas ( 628,3 milhões km ) de distância.

O primeiro chegou em 1973. A Pioneer 10 satélites enviados de volta a primeira foto de close- up de que lua brilhante . Europa reflete de volta para o espaço de 64 por cento da luz que incide em sua superfície. Por outro lado, refletividade de luz da Terra, ou albedo , é de 33 por cento. Vênus é de 76 por cento. Em outras palavras , o brilho da Europa cai em algum lugar entre os oceanos líquidos da terra e da cobertura de nuvens constante de Vênus .

Mas o que cria o brilho ? Com o sol 2.000 vezes mais longe , Europa provavelmente não está coberto de água líquida a forma que a Terra é . Quanto nuvens, Europa é um pouco menor do que a nossa Lua . Falta-lhe a gravidade para manter uma atmosfera substancial . Um planeta coberto de gelo sólido explicaria observações da Pioneer , mas não representam um grande efeito: força de maré de Júpiter. A proximidade da Europa para Júpiter significa que poderia muito bem ser aquecido a partir de dentro para fora , o qual funde parte do gelo , pelo menos, perto do centro .

Pouco antes da chegada do próximo satélite para o sistema de Júpiter , outra sugestão foi feita : Europa pode ter três camadas. Neste modelo , o núcleo central seria sílica . O núcleo externo seria gelo . A pressão de ser pendurada em torno de Júpiter a cada 3,5 dias pode gerar aquecimento de maré suficiente para manter um oceano líquido entre os dois. Se este modelo fosse verdade, mesmo que a terceira camada é sólido, as forças de maré de Júpiter pode ser forte o suficiente para quebrar a cobertura de gelo de Europa shell como ele se move rapidamente ao redor do gigante gasoso .

A imagem abaixo mostra as áreas onde a água pode ter infiltrou -se dos oceanos de Europa . Crédito: Galileo Project, NASA


                               Gallery_Image_11722
Dados em 2011 a partir de uma missão planetária da NASA forneceram aos cientistas evidências do que parece ser um corpo de água em estado líquido , igual em volume para a norte-americana Great Lakes , sob a superfície gelada da lua de Júpiter , Europa .

Os dados sugerem que há troca significativa entre concha gelada de Europa eo oceano abaixo . Esta informação poderia reforçar argumentos que oceano subsuperficial global da Europa representa um habitat potencial para a vida em outro lugar em nosso sistema solar. Os resultados foram publicados na revista científica Nature.

Sonda Galileo da NASA, lançado pelo ônibus espacial Atlantis em 1989 para Júpiter, produziu inúmeras descobertas e desde cientistas décadas de dados para analisar . Galileo estudou Júpiter, que é o planeta de maior massa no sistema solar, e algumas de suas muitas luas .

Uma das descobertas mais significativas foi a inferência de um oceano de água salgada global abaixo da superfície da Europa . Este oceano é profundo o suficiente para cobrir toda a superfície da Europa e contém mais água líquida do que todos os oceanos da Terra juntos. No entanto, sendo longe do Sol , a superfície do oceano é completamente congelado . A maioria dos cientistas acha que esta crosta de gelo é de dezenas de quilômetros de espessura.

" Uma opinião na comunidade científica foi se o reservatório de gelo é espessa , isto é ruim para a biologia. Isso pode significar que a superfície não se comunica com o oceano subjacente ", disse a Britney Schmidt , principal autor do estudo e pós-doutorado na instituto de Geofísica da Universidade do Texas em Austin. "Agora , vemos a evidência de que é um shell de gelo grosso que pode misturar vigorosamente e novas evidências de lagos rasos gigantes. Isso poderia tornar Europa e seu oceano mais habitáveis ​​".

Schmidt e sua equipe focada em imagens da Galileo de dois , características irregulares aproximadamente circulares na superfície de terrenos chamado caos da Europa . Com base em processos similares observados na Terra - em plataformas de gelo e sob geleiras que cobrem vulcões - eles desenvolveram um modelo de quatro etapas para explicar como a forma características. O modelo resolve várias observações conflitantes. Alguns pareciam sugerir a casca de gelo é espessa . Outros sugerem que é fino.

Esta análise recente mostra as características do caos na superfície de Europa podem ser formadas por mecanismos que envolvem a troca significativa entre a camada de gelo eo lago subjacente . Isto fornece um mecanismo ou modelo para a transferência de nutrientes e energia entre a superfície eo vasto oceano global já inferido a existir abaixo da casca grossa camada de gelo . Isto é pensado para aumentar o potencial para a vida lá.

Os autores do estudo têm uma boa razão para acreditar que o seu modelo está correto , com base em observações de Europa de Galileu e da Terra. Ainda assim, porque os lagos inferidos são vários quilômetros abaixo da superfície, a única verdadeira confirmação da presença deles viria de uma futura missão nave espacial projetada para sondar o shell de gelo.

"Esta nova compreensão dos processos em Europa não teria sido possível sem a base dos últimos 20 anos de observações sobre as camadas de gelo da Terra e plataformas de gelo flutuantes ", disse Don Blankenship , um co-autor e cientista de pesquisa sênior no Instituto de Geofísica , onde ele lidera estudos de radar de camadas de gelo do planeta.

Galileu foi a primeira nave espacial para medir diretamente a atmosfera de Júpiter com uma sonda e realizar observações a longo prazo do sistema de Júpiter . A sonda foi a primeira a voar por um asteróide e descobrir a lua de um asteróide . NASA estendeu a missão três vezes para tirar partido das capacidades únicas da ciência de Galileu , e ele foi posto em rota de colisão na atmosfera de Júpiter em setembro de 2003 para eliminar qualquer chance de impactar Europa .

O satélite Voyager chegou em 1979 e descobriu que o gelo da Europa está profundamente e globalmente fraturado, dando credibilidade ao modelo de três camadas . Além de mostrar -nos as rupturas no gelo, Voyager revelou algo mais - que as fraturas da Europa estão cheios de algum tipo de material escuro. Desde as manchas de poeira estão confinados às fraturas, não distribuídos igualmente entre a superfície da lua , é lógico que o material, qualquer que seja, pode estar brotando de dentro Europa através das rachaduras.

Isso ainda deixaria a questão de que o material é e onde ele se originou. Poderia estar vindo de dentro da própria Europa . No entanto , o material saindo da suspeita de subsuperfície do oceano estaria passando por muitos quilômetros de gelo. Modelos não são claras quanto às circunstâncias em que essa troca pode estar ocorrendo .

Outra possibilidade é que o material escuro está sendo entregue à superfície por cometas ou meteoritos. Isso representa mais um dilema , no entanto. Impactos deixar crateras para trás como um sinal de sua passagem . Além das rachaduras escuras , superfície de Europa aparece surpreendentemente jovem. Luas próximas Calisto e Ganimedes estão cobertos de crateras. Viver como eles fazem no mesmo bairro , como poderia Europa têm tão poucos locais de impacto ?

Enquanto a busca das origens do material escuro permanece sem solução , o próximo satélite a entrar no sistema - o satélite Galileo - explicou a ausência de crateras. Como a única missão de fazer várias visitas à Europa , Galileo fotografou mudanças nas jangadas (imagem abaixo ) , cúpulas e os fluxos de gelo de superfície na superfície entre viagens subseqüentes ao longo de sua missão quase 15 de comprimento ano. Provando que o próprio gelo está mudando , Galileu permitiu-nos colocar as peças do quebra-cabeça fraturada em conjunto. Agora acreditamos que as mesmas marés de Júpiter causando a superfície sólida de Io para levantar 300 pés ( 100 metros) estão aquecendo Europa a partir de dentro para fora. O calor faz o seu caminho através da camada de gelo , fazendo com que o gelo quente ou água a subir a partir do interior , afetando as mudanças na superfície mais escalas de tempo curto .

Gallery_Image_11721
 A tradução das passagens -chave da revista de Galileu Galilei , detalhando sua descoberta de quatro luas orbitando Júpiter. Galileu fez estes esboços depois de descobrir quatro luas orbitando Júpiter , em janeiro de 1610. As luas, mais tarde chamado Io, Europa , Calisto e Ganimedes, foi o primeiro descoberto fora da Terra. Crédito: NASA

Graças à Pioneer , Voyager e Galileu, que tinha aprendido mais de três décadas do que nos últimos cinco séculos. O brilho do gelo foi conhecido por ser o resultado de renovação de superfície contínua . As enormes rachaduras, por vezes referido como " flexi " , parecem ter origem quando o shell gelo sólido flexiona como Júpiter puxa Europa . Em um aceno para o modelo de três camadas , as medições de Galileu também indicou que uma grande , o sal da água do oceano poderia existir sob a casca de gelo. Enquanto tudo isso estava sendo descoberto meio bilhão de quilômetros de distância, as coisas foram sendo descobertas em nosso próprio quintal que fez a possibilidade de oceanos da Europa ainda mais emocionante.

Em 1977, as fontes hidrotermais repletos de vida foram descobertos no fundo de oceanos da Terra . Esta foi a primeira prova de que a vida podia crescer na ausência de luz , utilizando calor como fonte de energia química . Isto levou ao atual entendimento de que a vida pode prosperar , desde que haja calor e água. Com um oceano provável e fonte de calor definido, Europa tornou-se de repente um dos principais candidatos na busca de habitabilidade .

Uma ambiciosa missão foi concebido para explorar essa possibilidade emocionante. A missão foi chamada de Júpiter Europa Orbiter ( JEO ), e foi um projeto conjunto entre a NASA ea Agência Espacial Europeia. É objectivo geral a ciência foi estudar o surgimento de mundos habitáveis ​​em torno de gigantes gasosos . JEO teria determinado a existência , a extensão ea salinidade dos oceanos de Europa . Ele teria olhado para a água fresca no limite entre o oceano eo gelo shell , estudou a distribuição de produtos químicos que podem alimentar a vida , e olhou para mais sinais de geologia ativa. Teria mapeou o ambiente de radiação complexo causado por Júpiter , para que uma futura missão pode sobreviver pouso na superfície de Europa .

Primeiro, porém , JEO teve de entrar em órbita em torno de Europa . Isso provou ser a morte da missão. Para chegar à Europa , é preciso primeiro chegar a Júpiter. Aqui está como isso funciona.

Após o lançamento a partir da superfície da Terra, um satélite deve separar com sucesso de seu foguete , pegar velocidade e siga na direção certa. Ele não deve ficar destruída por um asteróide, meteoro ou outros detritos enquanto viaja . Uma vez que começa a Júpiter anos depois, ele tem que voltar-se para evitar a vela passado Europa .

Voltando ao viajar 44.000 milhas por hora é complicado. O satélite Galileo conseguiram ficar no alvo usando apenas 67 litros de combustível . Essa incrível eficiência de 36 milhões de quilómetros por galão foi possível graças ao fato de que Galileu era livre para vagar por todo o sistema de Júpiter . JEO , por outro lado, se dirigia para uma lua específico. Com a proximidade Europa , o plano era usar Júpiter e as outras luas de Galileu para fazer uma entrada assistida por gravidade.

Uma maneira fácil de imaginar como funciona a gravidade auxiliar é pensar JEO como uma pequena bola rolar através de uma pia do banheiro . À medida que o objecto mais pesado em torno , Júpiter repousa no centro do sistema , em que a drenagem seria . A bola que é JEO rola em direção ao centro , ganhando velocidade . Pelo que rola passado o dreno e até o lado da pia, a gravidade da irmã lua Ganímedes retarda JEO para baixo e transforma-lo de volta para o centro. Desta forma, depois de muitos e muitos passes , JEO viraria sucesso e entrar em uma órbita estável em torno de Europa .

Como o número de voltas aumentado, as necessidades de combustível cresceu, assim como o custo da missão. A combinação de forças financeiros e físicos conspirado para matar o projeto JEO em 2002. Tempo, dinheiro e gravidade sobrecarregados outros projetos semelhantes . A missão Júpiter Icy Moons Orbiter ( JIMO ) para Europa, Ganimedes e Calisto , provisoriamente marcada para 2015, também foi cancelada. Como os anos passaram e inúmeras missões a Marte lançado em rápida sucessão , muitas pessoas , inclusive o cientista planetário Robert Pappalardo no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, a esperança de obter apenas um do chão para Europa .

" Conseguir uma missão para Europa está muito atrasada ", disse Pappalardo . "Seria trágico se daqui a 50 anos temos uma lander lá, encontrar sinais de vida, e perceber que poderíamos ter trabalhado lá por décadas. "

Depois do que aconteceu com JEO e JIMO , ficou claro que, para uma missão a Europa para ser bem sucedido , ele teria que seguir trajetória de vôo de Galileu , usando Júpiter como uma âncora , ao invés de tentar uma órbita exclusivamente Europan . Para compensar a não permanecer em órbita constante acima Europa , uma missão bem sucedida iria voar além da lua várias vezes. Para manter o custo e complexidade ao mínimo , teria de executar uma série de estudos com cada um sobrevoo simples . Com um excelente design , planejamento cuidadoso, e passes suficientes em diferentes altitudes , uma missão de satélite para Europa em órbita em torno de Júpiter poderia fazer tudo de pouso local de reconhecimento e mapeamento global, para estudos sobre a espessura da casca de gelo, e análise de superfície materiais ea fina atmosfera .

Existe Tal satélite , embora no momento, apenas no papel. É o chamado Europa Clipper . " A clipper é um tipo de navio que é mais ágil, mais barato e mais rápido ", disse Pappalardo , que agora é cientista pré-projeto de Europa Clipper .

Como ele é projetado atualmente , o Clipper elegante iria realizar 45 fly- bys da lua gelada em altitudes que variam de 25 a 2.700 quilômetros ( 16 a 1.678 milhas ) . Clipper usaria simples de radar para penetrar a crosta congelada e determinar a espessura do reservatório de gelo . Um espectrômetro infravermelho de baixo custo vai investigar a composição dos materiais da superfície de Europa . Um mapa 3D de todo o planeta de características de superfície seria feito com uma câmera topográfico, enquanto um espectrômetro de massa neutra , como o que voou na missão LADEE à Lua , pode mapear a atmosfera. No final, o custo relativamente baixo do Clipper projetado de US $ 2 bilhões seriam resultar em um estudo aprofundado de habitabilidade da Europa ao longo de dois anos.

Como descobrimos , em 1977 , a habitabilidade é normalmente definido por três principais ingredientes : água , química e energia. Tendo em conta estes parâmetros , habitabilidade pode ser avaliada com múltiplo- fly-by missões como Clipper .

"Massa Oceanic , volume, densidade e salinidade pode ser obtido por fly-by ", disse Pappalardo . "Nós também podemos medir força gravitacional medindo quanto o satélite está flexionando . Do espaço, um magnetômetro pode chegar à salinidade do oceano , medindo como condutor que é. "

Descobrir a natureza dos misteriosos depósitos superfície escura pode ser feito com vários sobrevôos também. Outros objetivos , tais como a determinação da espessura da casca de gelo global, pode ser feito a partir do espaço com radar simples. Talvez o melhor feito a partir do espaço , no entanto, é a escolha de um local de aterragem futura , no caso de fazer um dia decidir a pisar na Europa .

" Objetivo No. 1 é explorar habitabilidade ", disse Pappalardo . " Objetivo No. 2 é para espiar um local de pouso . Se a NASA quer fazer uma missão lander no futuro , é melhor espiar locais de pouso com esta missão. Desde o sentido programático geral é muito importante. "

Então , poucos meses após a proposta do Clipper 2012, aconteceu algo que tornou possível que uma missão como Clipper para provar o interior da Europa , sem nunca pousando sobre ele. Se a pluma visto ao longo do pólo sul da Europa se originou a partir de um oceano como aquele em Enceladus , então Clipper pode ser um atalho para a amostragem do oceano aquecido Europa .

No momento, não sabemos se a nuvem de vapor de água vista pelo Hubble sobre o pólo sul de Europa teve origem a partir de um oceano abaixo do gelo shell . Nós sabemos que se Clipper estivesse lá , poderia ter voado através da pluma e amostrados os conteúdos usando seu espectrômetro de massa . Agora que já vimos uma pluma , sabemos que é possível para um orbiter simples para capturar pedaços de água da Europa . Agora que já vimos materiais argilosos -como nas fotografias de Galileu , sabemos que produtos orgânicos são possíveis, pelo menos na superfície. Já há muito tempo que há abundante energia no trabalho dentro Europa , poderoso o suficiente para ser o aquecimento e re- trabalhar o ano superfície após ano. Sabemos que o potencial para a vida na Europa pode ser melhor do que qualquer outro lugar do Sistema Solar.

A imagem do topo da página mostra retrata " Grande Lago ". Da Europa Os pesquisadores prevêem muitos mais esses lagos estão espalhadas por toda camada de gelo da lua. Crédito da imagem: de Britney Schmidt / Dead Pixel VFX / Univ. do Texas, em Austin.

O Galaxy diário via astrobio.net e NASA / JPL