Serie De Ficção Cientifica Brasileira: A nossa vida é repleta de magia quando entendemos, e unimos a nossa sincronicidade com o todo. “A Harpa Sagrada” inicia-se numa serie de revelações onde o homem tem sua essência cravada no sagrado, e o olhar no cosmos aspirando sua perfeição.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

A lua vista do alto.


Aqui está uma visão da lua que você nunca verá aqui da Terra: vista de cima, ou pelo menos uma reconstituição de como ela deve ser.
Cientistas da NASA criaram esse mosaico unindo 983 imagens do Pólo Norte da lua, capturadas pelo Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO). A sonda robótica do LRO, que vem mapeando a parte superior da lua desde 2009, conseguiu milhares de imagens das regiões polares da lua com uma câmera grande-angular.

Como a lua se inclina sobre seu eixo em um ângulo de 1,54 graus (a Terra tem um grau de inclinação de 23,5 graus), algumas partes da superfície nunca recebem a luz do sol. Um dos objetivos da missão LRO é identificar essas regiões de sombra permanente.
A sonda tirou as fotos da imagem composta acima no auge do verão no hemisfério norte de nosso satélite – o momento em que o pólo é mais iluminado. Assim, as áreas escuras – como as presentes ao longo das bordas de crateras profundas e nas imediações do pólo – são, provavelmente, permanentemente escuras.
 [Life'sLittleMysteries]

Tempestades solares podem atingir a lua


Tempestades solares violentas podem soprar uma grande quantidade de material da superfície da lua. Em um novo estudo da NASA, pesquisadores usaram simulações digitais para examinar como os eventos solares podem erodir a superfície do nosso satélite. Foi descoberto que eles podem até causar danos na atmosfera de Marte, já que o planeta não possui um campo magnético.
Essa é a primeira vez que cientistas tentam prever os efeitos das tempestades solares e erupções na lua. “Descobrimos que quando essa nuvem massiva de plasma atinge a lua, remove facilmente material volátil da superfície”, afirma William Farrell, um dos envolvidos na pesquisa. “O modelo prevê 100 a 200 toneladas de material lunar – o equivalente a dez caminhões-caçamba lotados – arremessados durante uma típica passagem de dois dias desse evento”.
As tempestades solares são nuvens enormes de plasma quente e partículas carregadas que avançam pelo espaço. De acordo com os pesquisadores, uma dessas, que seja forte, pode conter facilmente bilhões de toneladas de plasma, viajando a incríveis um 1,6 milhões de quilômetros por hora, com o tamanho maior do que várias vezes a Terra.
Já que a lua não tem atmosfera, o satélite fica vulnerável aos efeitos meteorológicos espaciais. Como resultado, a tempestade chega até ela, causando um processo conhecido como “crepitação”.
“A crepitação está entre os cinco principais processos que criam a exosfera lunar sob condições solares normais. Mas nosso modelo prevê que, durante uma tempestade, ele acaba virando o principal, com 50 vezes mais predominância do que os outros”, comenta Rosemary Killen, a líder do estudo.
Os ventos solares comuns são formados principalmente por partículas de hidrogênio carregadas, os íons. Mas o plasma das tempestades é altamente elétrico, com íons pesados, que provocam efeitos dez vezes mais fortes.
Para criar os modelos, os cientistas usaram quantificações da química que sai do sol. Eles descobriram que íons de hélio formam 4% do vento solar comum, mas durante uma tempestade a concentração pode chegar a 20%. Quando esse enriquecimento se combina com o aumento de velocidade e densidade, os íons do plasma podem arrastar 50 vezes mais material do que o normal.
“Os modelos digitais isolam a contribuição da crepitação e dos outros processos”, afirma uma das pesquisadoras, Dana Hurley. “Comparar previsões nos permite entender as condições em que a crepitação prevalece”.
A missão Exploradora da Atmosfera e Poeira Ambiental Lunar (LADEE) da NASA, que deve ser lançada em 2013, vai testar esses modelos. Na altitude em que estará a LADEE, ela conseguirá detectar átomos arremessados entre 20 e 50 quilômetros da superfície lunar.
“Esse fenômeno tornará a LADEE quase uma mineradora da superfície, não porque estará na superfície, mas porque durante as tempestades os átomos serão jogados até ela”, afirma Farrell.
Cientistas já haviam estudado o efeito das tempestades do sol no campo eletromagnético da Terra, e sabemos que com isso ocorrem auroras intensas em nosso planeta.
Mas, de acordo com os pesquisadores, em planetas como Marte, que não tem a mesma proteção, o plasma solar pode arranhar e erodir a atmosfera superior.
A NASA planeja lançar a missão Evolução Volátil e Atmosférica de Marte (MAVEN) no fim de 2013. A nave foi desenhada para orbitar o planeta e estudar como a atividade solar, incluindo as tempestades, remove a atmosfera do planeta vermelho.
Dos modelos realizados, os pesquisadores também preveem que pequenos corpos, como os asteroides, também são vulneráveis ao processo de crepitação.

[LiveScience]

Aprendendo sem estudar, ou modificar-se sem passar por expereiencias pessoais?




Na serie a Harpa Sagrada existe a técnica onde uma câmara de ressonância eletromagnética é usada para alterar a frequência de uma pessoa, alterando seus padrões de comportamentos, amortecendo as lembranças ruins, acabando assim com o mal nas pessoas. 
Induzir pessoas a conhecimentos da forma como está sendo colocado abaixo, as criaturas se tornarão como robôs no futuro. As pessoas serão puramente lógicas, sem os sentimentos. 
O perigo da evolução forçada é justamente as criaturas se desenvolverem cientificamente, sem que suas almas, e seus espiritos acompanhem seus progressos. Esse caminho pode comprometer o futuro de todo um planeta. Pessoas sem sentimentos perfeitos atrapalham a paz hoje, e assim será, até que se transformem. (Harpa Sagrada)

Aprendendo sem estudar?


A ciência afirma no futuro o aprendizado pode ser inserido diretamente no seu cérebro


Aprender sem esforço
Uma nova pesquisa sugere que pode ser possível aprender tarefas de alto desempenho com pouco ou mesmo nenhum esforço consciente.
Isso inclui aprender a tocar piano, reduzir o estresse mental, melhorar o desempenho no esporte ou virtualmente qualquer outra tarefa que, normalmente, exija grande treinamento e grande esforço.
O trabalho revolucionário – e um tanto preocupante – foi publicado na revistaScience.

Controlando o cérebro pelos olhos
Os pesquisadores usaram imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) para, através do córtex visual de uma pessoa, induzir padrões de atividade cerebral equivalentes a um padrão previamente conhecido, envolvido com o aprendizado que se quer obter.
Imagine uma pessoa olhando para uma tela de computador e tendo seus padrões de atividade cerebral modificados para se equivalerem àqueles de um atleta de ponta, ou para se recuperar de um trauma.
Embora o estudo esteja em estágio preliminar, os cientistas afirmam que esta é uma possibilidade que poderá ser real no futuro.
“As áreas visuais dos adultos são suficientemente plásticas para induzir um aprendizado perceptual visual,” garante Takeo Watanabe, coordenador do estudo, que envolveu cientistas do Japão e dos Estados Unidos.

Aprender olhando

Os neurocientistas descobriram que as imagens vão gradualmente se construindo no cérebro de uma pessoa, aparecendo primeiro como linhas, bordas, formas, cores e movimentos.
A seguir, o cérebro parte para os detalhes, que permitem, por exemplo, que saibamos diferenciar uma bola vermelha de uma bola azul.
Kazuhisa Shibata, um dos membros da equipe, criou então uma técnica que usa o chamado 
neurofeedback
 para induzir um determinado padrão de atividade cerebral por meio da ativação do córtex visual.

Esse padrão foi obtido por meio de ressonância magnética do “professor”, aquele indivíduo que já dominava a tarefa.

Os pesquisadores então testaram se as repetições desse padrão de ativação cerebral no “aluno” poderiam aumentar seu desempenho naquela tarefa.

Os resultados surpreenderam.

Na verdade, os voluntários aprenderam mesmo quando não sabiam que estavam aprendendo, e pensavam estar participando de um teste de computadores.



Aprender sem querer


Isto traz uma questão inevitável: a pesquisa prova que é possível um novo tipo de aprendizado automatizado, ou aprendizado hipnótico?
Os cientistas afirmam que sim, mas fazem algumas ressalvas.
“Neste estudo, nós confirmamos a validade de nosso método somente no aprendizado perceptual visual. Nós vamos ter de testar se o método funciona também em outros tipos de aprendizado,” afirmam.
Mas o que já foi alcançado não é pouco, incluindo memória, controle motor e reabilitação. Depois de frisarem o termo “possibilidades”, os pesquisadores falam em aprender idiomas e até aprender a pilotar um avião.
Mas há riscos bastantes óbvios, sobretudo quando se leva em conta que a técnica funciona com pessoas que não sabem que estão aprendendo.
“Nós termos de ser cuidadosos para que isso não seja usado de forma não-ética,” concordam os cientistas.
                                        Um mundo de pessoas sem sentimentos pode destrui-lo.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

'arco-íris' branco no Polo Norte

O fotógrafo amador Sam Dobson conseguiu, durante uma expedição ao Polo Norte, registrar um fenômeno raro - um arco de névoa.
Dobson, de 51 anos, disse ter ficado intrigado ao se deparar, diante do barco quebra-gelos em que viajava, com um arco-íris totalmente branco no céu.
Ele conseguiu usar sua câmera, enfrentando as temperaturas abaixo de zero, para capturar a imagem do fenômeno.
Segundo Dobson, o arco no início parecia uma nuvem. Mas, conforme a embarcação foi se aproximando do fenômeno, ele pôde ver o que descreveu como um arco-íris sólido, mas branco.
Neblina
O arco de névoa é um fenômeno parecido ao do arco-íris, mas aparece quando há neblina, não quando há chuva.
Como é formado por gotículas menores, elas não separam as cores da mesma maneira e aparecem como um arco branco.

Avanço na busca por ‘partícula de Deus’

Pesquisadores acreditam estar próximos de encontrar partícula.

Os cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês) apresentam em um seminário nesta terça-feira (13) os resultados atualizados da busca pela partícula conhecida como “bóson de Higgs” – apelidada de “partícula de Deus”.
A reunião começa às 11h, no horário de Brasília.
Dois grupos de pesquisa independentes que trabalham nessa busca – o Atlas e o CMS – vão apresentar seus dados.
De acordo com os pesquisadores, houve um avanço e há “consideravelmente mais dados” agora do que no momento da última conferência, há seis meses.
Os cientistas acreditam que estão próximos de encontrar a partícula, mas alertam que os resultados desta terça não serão conclusivos. “Não há o suficiente para se fazer qualquer afirmação conclusiva sobre a existência ou não-existência do Higgs”, diz a nota do Cern.
O “bóson de Higgs” é uma partícula hipotética que seria responsável pela existência de massa na maioria das demais partículas do Universo.
Modelo Padrão
Parece complicado? Pois é mesmo. Então, vamos por partes. Os físicos têm uma teoria para explicar as partículas elementares do Universo – aquelas minúsculas que formam tudo que existe. Essa teoria se chama “Modelo Padrão”.
 
O Modelo Padrão explica tudo que sabemos sobre o comportamento e o surgimento dessas partículas, menos uma coisa: por que a maioria delas tem massa? E essa é uma pergunta muito importante. O fato de as partículas terem massa é a razão pela qual qualquer coisa no mundo tem massa: o Sol, os planetas, eu e você.
É aí que entra o bóson de Higgs. Diversos físicos – entre eles um britânico chamado Peter Higgs – descobriram um mecanismo teórico que tornaria possível que as partículas tivessem massa. Esse mecanismo – batizado de “mecanismo de Higgs” – prevê a existência de um “campo” que interage com tudo que existe no Universo. Essa interação faz com que as partículas ganhem massa.
Para esse campo existir, é preciso também existir uma partícula especial e invisível. Os físicos pegaram essa proposta e aplicaram nos cálculos do Modelo Padrão e tudo fez sentido. A partícula invisível foi batizada em homenagem a Higgs.
De lá para cá, todas as outras partículas previstas pelo Modelo Padrão foram encontradas, menos essa. Encontrá-la é tão importante que os cientistas construíram na Europa um gigantesco colisor de partículas, conhecido como Grande Colisor de Hádrons, que é a maior máquina já feita pelo homem.
Se, em vez de encontrá-la, os pesquisadores provarem, no entanto, que ela não existe, toda a teoria atual sobre a formação da matéria do Universo vai precisar ser revista.

 

Lua missão Apolo 11 - verdades que não se calam

OVNIs na Lua
"Gravação feita entre a Apolo 11 e o Centro de Comando em Houston" Enquanto o astronauta Collins permanecia no módulo lunar Columbia, orbitando a 110km da superfície lunar, os astronautas Aldrin e Armstrong recolhiam amostras de rochas e levantavam seus instrumentos de medição.
Em dado momento perceberam, para seu espanto, que não estavam sozinhos... Apavorados entraram em contato com Houston, sendo essa transmissão vetada ao meio de comunicação, mas acabou vazando mais tarde por um grupo de radioamadores, que, segundo eles, possuíam equipamentos sofisticados que lhes pemitiram interceptar o sinal e registrar o diálogo:

APOLO 11:...Um momento....Um momento....
HOUSTON:...que foi?...que diabos foi?.....Isto é o que queremos saber!....
APOLO11: ...esses "bebês" são enormes, senhor!...são enormes...não...não...não...oh!...meu Deus!...Ninguém acreditaria nisso!...Eu lhes digo, há outras naves espaciais aqui, alinhadas na borda da cratera!...Estão na Lua nos observando...
HOUSTON:...que...que...que diabos está ocorrendo com vocês?....que ocorre?...
APOLO11:...estão sob a superfície!...
HOUSTON:...que está funcionando mal?...Controle chamando Apolo 11!...
APOLO11:...Roger...Roger...estamos bem aqui, mas temos encontrado alguns visitantes. Sim, estiveram aqui durante algum tempo, a julgar pelas suas instalações....
HOUSTON:...missão central falando. Confirme a sua última mensagem....
APOLO 11:....estou dizendo-lhes que aqui há outras naves espaciais. Estão alinhadas em fila, do lado mais distante da borda da cratera....
HOUSTON:...repita...repita...
APOLO 11: ...examinaremos a órbita...queremos voltar para casa...em 625 e um quinto...o relógio automático está colocado....minhas mãos tremem de tal forma que não consigo...
HOUSTON:...filmar?...
APOLO 11:...diabos!...é assim...as condenadas câmaras estão funcionando mal aqui em cima...
HOUSTON:...vocês rapazes, conseguiram alguma coisa?
APOLO 11:...não temos mais filmes agora...temos apenas três tomadas de OVNIS ou o que sejam, mas podem ter velado o filme...
HOUSTON:....missão controle...é a missão controle...estão para partir?...repita...vocês estão para ir embora?...que significa toda essa agitação?...por cenas de OVNIS?...expliquem...
APOLO 11:...estão pousados aqui e estão nos observando....
HOUSTON:....obtenham fotografias, mas todas as fotografias possíveis dos OVNIS...vocês estão filmando?
APOLO 11:...sim, os espelhos estão todos nos seus lugares...mas esses seres podem vir amanhã e levá-los embora...seja qual for a sua forma, aquilo eram naves espaciais...não há dúvida...
FOTOS RETIRADAS DO FILME EXIBIDO POR UMA TV SUÍÇA




Isso me lembra o Egito ou complexos militares. Ponto de vista de Louis Armstrong com relação aos OVNIS na Lua

Somente alguns anos depois, Armstrong comentaria abertamente que alienígenas teriam uma base na Lua, sendo que os mesmos alienígenas os haveriam advertido para retirar-se do local e que permanecessem longe da Lua. Numa entrevista nas dependências da NASA, Armstrong teria respondido algumas perguntas sobre a missão a um professor, sendo o conteúdo de sua resposta a seguinte:

...É incrível. Certo. Sempre soubemos que havia uma possibilidade. O caso é que fomos avisados. Nunca houve dúvida sobre uma estação espacial ou uma cidade na Lua...

Questionado sobre o aviso dos extraterrestres, ele respondeu:

...Não posso entrar em detalhes, exceto para dizer que as naves deles eram muito superiores às nossas, tanto em tamanho como em tecnologia. E, meu Deus, como eram grandes e ameaçadoras!....

Finalmente , quando questionado a respeito das demais missões após a Apolo 11 e o conhecimento da NASA sobre a presença Alienígena na Lua, Armstrong acrescentou:

....Naturalmente a NASA estava comprometida e não pôde arriscar-se a provocar pânico na Terra. Porém foi uma notícia sensacional....

 

A ciência descobre que o CO2 não é o único responsável pelo aquecimento global (Nós escritores da serie a Harpa Sagrada, afirmamos que a destruição da camada de ozônio é um fator evolutivo do próprio planeta Terra)


Talvez alguns leitores do blog, A HARPA SAGRADA, achem estranho quando postamos que as descobertas da ciência atual, confirmam argumentos expostos nos livros da serie, mas não fiquem surpresos, não aconteceu assim com alguns escritores ficcionais do passado, e até do presente?
Escrever é fácil, encontrar editora é difícil, ainda mais sendo iniciantes. Nosso livro é vendido pelo nosso site, e ainda temos muitas informações que a classe cientifica ainda não despertou para essas confirmações. Algumas mentes presas no presente, na limitação do seu saber, não alcançam a nossa forma de pensar, e poucos chegam a nos julgar até de farsantes, não dando o braço a torcer de que falamos a verdade, mesmo diante provas irrefutáveis dos maiores órgãos científicos na atualidade, porem temos o registro das historias confirmando tudo que postamos. Aquele que corre atrás de um sonho não deve esmorecer diante barreiras humanas, mas sim procurar enxergar além da visão alheia, e da sua própria uma vez que o progresso deve ser continuo, a verdade é mutável, não se desmentindo, mas superando-se pelo saber real crescente.

Nossas histórias procuram abrir a mente das pessoas, e podemos afirmar a todos que lêem essas palavras que é o saber real que ascende as nossas luzes internas. Tudo encontra-se conectado. E o saber externo precisa ser real, para conectar junto a verdade interna que todos trazem dentro de si. Nossa existência vem de uma perfeição maior, por isso a nossa necessidade de seguir aquilo que é real, para ascendermos rumo ao cosmos infindável.
Ao longo da história terrena poucos despertaram, ascenderam nesse mundo. Isso se dá por que a maioria aprendeu a enxergar e aceitar a verdade já existente no mundo, e não aquela maior que sua própria imperfeição.

Informações: serieharpasagrada@hotmail.com

 Abaixo segue mais informações contidas no livro da serie, que somente agora alguns cientistas estão sabendo: Não é a emissão de CO2 que está destruindo a camada de ozônio. No livro encontra-se a explicação que os cientistas buscam. O caminho de analise abaixo que eles seguem, é errado.


A ciência descobre que o CO2 não é o único responsável pelo aquecimento global

Entre estudos e opiniões pessoais, a humanidade continua sem saber ao certo até que ponto a poluição realmente contribui para o aquecimento global. Cientistas americanos apresentam uma ideia interessante: o aquecimento global é sim uma realidade, e seus efeitos podem ser nocivos. Mas isso não é causado tanto pelo excesso de dióxido de carbono (CO2) como se imaginava.
A pesquisa, conduzida por climatologistas da Universidade do Oregon (EUA), é patrocinada pelo programa nacional de paleoclimatologia dos Estados Unidos. E não é por acaso: a teoria formulada está relacionada a essa ciência, que estuda a variação da temperatura da Terra ao longo dos seus mais de quatro bilhões de anos de existência.
Os cientistas fizeram um resgate histórico do clima ao redor do mundo. Eles criticam a maioria dos estudos na área, que só analisam a temperatura do planeta a partir do século XIX, em um contexto após a revolução industrial. Segundo eles, o resultado de uma pesquisa assim pode ser enganoso, porque ignora milhares de anos anteriores onde o clima da Terra esteve em constantes mudanças.

Por esse motivo, eles reconstruíram a trajetória da temperatura no planeta desde o fim da última Era Glacial, há mais de 21 mil anos. Desde aquela época até o início da revolução industrial (que faria a taxa total de CO2 ser três vezes maior do que na época anterior a ela), houve uma série de fatores decisivos para regular o clima de cada região do globo.
O que os cientistas fizeram foi analisar a atuação e influência de cada um desses fatores, em separado. Quesitos como o nível do mar, o nível de umidade do ar e de poeira na atmosfera foram levados em conta ao lado da quantidade de CO2 presente no ambiente ao longo da história.
Foi apurado, de maneira geral, que a maioria dos modelos climáticos superestimam os efeitos da variação do CO2 no ambiente para determinar o clima. Durante a última Era do Gelo, por exemplo, houve uma sensível diminuição do dióxido de carbono, que na teoria deveria levar a Terra a um congelamento total, inclusive nos trópicos. Mas o efeito não foi tão grande assim: alguns oceanos nem chegaram a congelar por completo.
As variações no nível dos oceanos e na umidade do ar, por outro lado, mostraram uma influência mais forte em vários momentos, inclusive no que determinou o final do último período glacial. O CO2, portanto, é realmente mais uma carta no baralho, mas não se pode dizer que seja a mais essencial.

Fonte:[ScienceDaily]